segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sociedade Pós Moderna

“O Indivíduo converteu-se numa verdadeira metamorfose ambulante”.

FILHO & LOPES & CARRASCOZA



Para onde caminha o consumidor? Como defini-lo? Essas sem dúvida são as principais indagações do artigo. Perguntas aparentemente fácies de responder com a velha formula dos nichos sociais. Esses nichos são caixas apertadas de mais para o consumidor pós-moderno. Resultado do homem moderno, que padronizado pela produção em serie se acostumou a não ver o produto final de seu trabalho, se acostumou ao descontentamento. O target perdeu o sentido na sociedade contemporânea ficou limitado de mais para o novo consumidor, para o homem pós-moderno, fragmentado. Não um homem que olha a mesma face no espelho quebrado, mas aquele que vê os vários “eus” em cada fragmento. Uma verdadeira metamorfose ambulante. Não uma metamorfose coletiva onde larvas se transformam em borboletas, mas uma transformação individual dentro de cada personagem interpretado pelo homem. Perde-se aquele elo entre esses personagens, não são mais todos vilões ou mocinhos, cada um é dono de seu próprio papel individual dentro do indivíduo.

O que antes era massificado, emoldurado dentro dos padrões sociais. Hoje perde o sentido. O marketing que nasceu das necessidades do consumidor que detinha a atenção no sistema capitalista, desenvolvendo teorias para explicar o comportamento procura agora entender a luta entre a Massa e o Indivíduo. Como comunicar para uma só pessoa? Comunicar para uma só pessoa, ainda não é comunicar para o homem pós-moderno, visto que ele é ao mesmo tempo único e coletivo. Mas na modernidade bastava encontrar a unicidade do coletivo social, cultural e econômico que encontrávamos a linha comunicacional a ser seguida. Nosso target estava feito. Era simples viver na modernidade. E o mundo mudou...

Basta assistir o novo comercial do Club Social – Inconfundível (novos sabores)[1] para entender toda essa mudança, são as escolhas diz o comercial. Para quem acabou de ler o artigo de FILHO & LOPES & CARRASCOZA não são as escolhas e sim a pós-modernidade, a fragmentação do eu, o coletivo de mim mesmo.

Para esse homem do novo mundo, esse fragmento de várias faces, as agências de propaganda incorporaram como uma nova arma, o signo. O signo que transformou o jeans em liberdade. Para uma geração que ambiciona liberdade. A sociedade da ausência se alimenta dos signos para preencher as lacunas de sua vontade. Encontrou conforto nos produtos que são anunciados como detentores de poderes mágicos, de signos.


Observemos as duas fazes de um mesmo produto. No primeiro anúncio nota-se a necessidade de quebrar os valores da época, introduzir um produto novo, a preocupação da propaganda é voltada para o uso e eficiência do produto. Ideal para uma sociedade padronizada. Para uma sociedade com sentido coletivo de indivíduo. Mãe e filha alegres por lavarem suas roupas com sabão OMO.

Agora analise o segundo anúncio. O que aconteceu com as roupas? Para onde foi a função do “milagre azul”?. Porque toda criança tem direito de ser criança? Quem compra esse produto afinal?.

Não existe um produto, mas um signo. Um signo de liberdade, de ócio e perfume.

A conclusão do autor é simples, entendo que ele considere os dois lados

da pós-modernidade e de suas conseqüências na sociedade e no destino das marcas e de suas relações. Como quando defrontamos os dois anúncios. Parece ridículo a propaganda dos anos 60, mas ela estava totalme

nte adaptada àquela sociedade. Ela obtinha o resultado que se propunha a fazer, aumentar as vendas, divulgar a marca. Hoje também adaptamos nossa propaganda aos anseios da sociedade, agora fragmentada, mas ainda sedenta por informação, produtos e preenchimento. São outros valores, outras propagandas e os mesmos produtos. Novas ideias, novos conceitos. A ideologia não é mais a mesma, mas a sociedade está aí para ser investigada e saciada. O que não podemos fazer é continuar usando o target como leme de nosso marketing. Talvez até o meeting points precise de uma “repaginada”. Como estamos ainda sendo objetos de estudo de nosso próprio momento fica difícil escrever o que pode ou deve ser feito. Essa é a grande dificuldade do autor. Mesmo que alguns digam que estamos na Era da Informação, muito de pós-moderno ainda reina soberano para nos confrontar todos os dias.


[1] Assista pelo link, opção club social portfólio - http://www.clubsocial.com.br/campanha/

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

JK House Design

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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Designing Global Brands

Um ensaio sobre - Designing Global Brands

Larry Roellig traz em seu artigo lições preciosas sobre como projetar marcas globais de sucesso. Desenvolvi em parceria com a Lú (companheira de pós) esse trabalho sobre o artigo de Larry, espero que gostem.

Fica também uma dica, o site http://www.slideshare.net/ é uma boa pedida para quem quer hospedar arquivos do Power Point entre outros documentos.



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domingo, 19 de abril de 2009

Comunicação Digital



A comunicação digital se faz por meio de informação digital. Troca de mensagens binárias, tipo sim ou não.

Exemplo: Jogo de adivinhação em que se deve descobrir o objeto apenas com perguntas do tipo sim ou não.

Watzlawick: A comunicação analógica é toda a comunicação não-verbal. Abrange postura, gestos, expressão facial, inflexão de voz, seqüência, ritmo, cadência de palavras.

Exemplos fora do contexto da comunicação humana direta: Código Morse e Comunicação por imagens. Em síntese, ela está ligada às relações humanas entre sujeitos.

A comunicação digital é continuamente complementada com impulsos indiciais (concertos de rock, manifestações políticas ou religiosas, sedução da publicidade) que trazem consigo o corpo, parte exilada da comunicação digital.

Exemplo: Chamadas da TV: “Uma turminha radical apronta com a galera”

Exemplo tecnológico de dissolução do digital no analógico e vice-versa: Construção computadorizada de imagens ponto a ponto (pixels) definidos numericamente (digital).

Comunicação Analógica e Digital


Véron (1980), ao discutir as “regras constitutivas da matéria significante”, introduz quatro dimensões de análise dos fenômenos translingüísticos:

(A) substituição/contigüidade (contigüidade empírica entre a matéria significante e o que ela remete)

(B) descontinuidade/continuidade (poder ou não isolar unidades discretas na matéria significante)

(C) arbitrário/não-arbitrário

(D) não-similaridade/similaridade

Casos contraditórios: A-/C+, D-/C+, A-/D-.


Onda elétrica analógica


Onda elétrica Digital



Conversão


  • A/D: transforma tensões elétricas em cadeias de números
  • D/A: transforma cadeias de números em níveis de tensões elétricas

Origem da relação analógico-digital




ANALÓGICO = CONTÍNUO


X


DIGITAL = DISCRETO


Analógico tem sido vulgarmente utilizado como sinônimo de contínuo em oposição a digital, utilizado como sinônimo de discreto



Analógico:



1) raciocínio relativo a ou baseado em analogia;


2) aquilo que expressa ou implica analogia





Digital:



No computador digital, as quantidades variáveis são representadas por códigos numéricos, usualmente no sistema de numeração binário.




Digital X Analógico



O quê X Assim como


Definição X Justaposição


Ciência X Ética


Digital X Analógico


A lógica digital fundamenta-se na identidade


A lógica analógica baseia-se na semelhança e funciona por transferência.


A lógica digital e analógica não são separáveis.

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Global Scan - Um ensaio sobre


A agência de publicidade Backer Spielvolgel & Bates Worldwid realisa, desde 1985 um estudo psicológico denominado Global Scan. O estudo é realizado anualmente em pelo menos 18 paises. Pirrto ( 1991 ) lista: Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Holanda, Hong Kong, Itália, Japão, México, Noruega, Espanha, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos e Venezuela.


Segundo Arnould, Prince e ZinKhan ( 2001 ), o Global Scan mede atitudes e valores dos consumidores assim como hábitos de mídia e consumo de mais de mil marcas e produtos.




A agencia acredita que 95% da combinação populacional dos paises combinados podem ser inseridos em cinco seguimentos:




Adapters 18% - Consumidores mais velhos que vivem confortavelmente. Experimentam auto-satisfaçao, e reconhecem e respeitam idéias novas sem perder de vista seus próprios valores. Mostram-se dispostos a experimentar novos produtos que enriqueçam suas vidas.




Traditionals 16% - Pessoas que incorporam os valores mais antigos de seus paises e culturas. Resistem a mudanças e estão contentes com seus produtos familiares.




Pressureds 13% - Estes grupos são constituídos basicamente por mulheres, presentes em todos os grupos etários, que acham extremamente difícil administrar todos os problemas em suas vidas. Tem pouco tempo para divertimento.




Achivers 22% - Com aproximadamente a mesma idade dos batalhadores, já encontraram o sucesso que procuravam. São ricos e seguros, e representam a opinião da sociedade e um estilo de liderança. Valorizam o status e a qualidade na marca que compram e são amplamente responsáveis pelo estabelecimento de tendências.




Strivers 26% - São pessoas jovens ( media de 31 anos ) que levam uma vida ativa. Vivem sobre stresse a maior parte do tempo, e preferem bens e serviços que ofereçam fonte de satisfação instantânea.




Obs: A porcentagem restante equivale as pessoas que não se encaixam em nenhuma das categorias anteriores.


Winters ( 1992 ) ressalta que cerca de mil pessoas respondem o questionário em cada pais com exceção dos EUA, onde a amostra é de 3.500 respondentes.

Ele esclarece que 250 questões são especificas para cada pais e que 250 são questões globais, incluindo as que medem valores. Nos EUA o questionário é enviado por correio e nos outros paises, é entregue ou aplicado pessoalmente devido ao medo das cartas-bomba.


Segundo Leslie ( 1995 ) o Global Scan é utilizado para identificar consumidores, acompanhar tendências, desenvolver novos produtos e determinar direções estratégicas. Ele comenta que estudos como o Global Scan “Revelam que a pesquisa psicografia tem sido útil na tentativa de encontrar características mais “universais” e psicológicas dos consumidores, baseadas em valores, atitudes e estilo de vida”


Para o autor, a identificação desses seguimentos é tomada como suporte para campanhas globais, fato que auxilia seus clientes multinacionais a decidirem ou não por adotar a mesma campanha em vários paises.

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Ingvar Kamprad


“Hansson (o político Per Albin Hansson) deu a casa ao povo, Kamprad mobiliou-a.”

Dito popular na Suécia



Ingvar Kamprad, um homem que construiu um império sozinho. A reportagem da HSM Management enaltece a história de vida e o sucesso empresarial desse homem, conhecido no mundo todo por seu autentico império em escala global. No ano de 2005 foi exibido um documentário sobre a vida de Kamprad no Biography Channel, onde era anunciado como o “homem que pôs móveis nas casas de meio mundo”. Visto a determinação encontrada nas atitudes de Kamprad, conseguimos entender como o pequeno fazendeiro se transformou no visionário do setor moveleiro, fundador da IKEA. Este cirrudo senhor modelou qualidades culturais, muitas delas vistas como defeitos, em oportunidade e solidez. Suas características são principícios de um grande gestor que vive a quebrar paradigmas.



O importante é salientar o senso de oportunidade enraizado em Kamprad. Ele conseguiu construir uma empresa que oferecia produtos diferenciados a preços acessíveis, cativou assim a clientela e desesperou a concorrência. A grande sacada desse homem está no design de seus móveis que agregam funcionalidade, beleza e praticidade, ao conseguir unir esses pontos ele encontrou a chave do sucesso. Os móveis que podiam ser montados em casa se transformaram na certeza de um futuro próspero para a IKEA.


“Os preços baixos são o pilar do sonho da IKEA e do nosso conceito de negócio – mas não a qualquer preço. Na IKEA, acreditamos que responsabilizarmo-nos pelas pessoas e pelo ambiente é um pré-requisito para fazer um bom negócio”.

Este trecho foi retirado do site da IKEA de Portugal. Ele salienta a responsabilidade da empresa em sua visão mais humanista, minimizando a austeridade sueca ao resto do mundo.



A preocupação ambiental, social e ética também é evidenciada. Podemos observar que a boa imagem da IKEA consolida sua clientela familiar. Abaixo outro trecho retirado do site a respeito de seus produtos e materiais e a constante preocupação como os clientes da empresa.



“A IKEA trabalha para garantir que os produtos e materiais se adaptam para minimizar qualquer impacto negativo no ambiente, e que são seguros para os clientes do ponto de vista da saúde. Como parte do nosso conceito de negócio, insistimos em manter os custos baixos e tentamos sempre usar os recursos de forma sensata ao desenhar os nossos produtos.”



Observando o slogan “Viva mais a sua casa” fica evidente a preocupação em transformar a IKEA em uma extensão do lar de seus consumidores.

Em 2001, a campanha publicitária “Tidy Up[1] iniciou um novo posicionamento para a IKEA. O mote dos anúncios tenta passar a mensagem de que “Se você não faz para você, pelo menos faça para os outros”.

O objetivo é lembrar para as pessoas como é importante viver num espaço arrumado e que a IKEA pode lhe ajudar nisso. A intenção foi remover a imagem de marca tida antigamente, focada nos padrões patriarcais, e renovar a aproximação com um público mais jovem.


Como a rede tem muitos anos de existência, a tendência dos jovens era enxergar a IKEA como uma loja destinada aos seus pais. A chave da nova campanha foi mostrar uma fábrica com soluções racionais para pessoas jovens com baixo orçamento e espaços pequenos. O estilo minimalista potencializa o lema de design democrático da IKEA.


Neste primeiro anúncio, um garoto aparece no chão brincando com seus carrinhos. Porém, ele descobre um novo e diferente brinquedinho com formato peculiar e que faz barulho e se mexe quando colocado no chão: um vibrador. Aquilo não poderia estar lá, ainda mais nas mãos de uma criança, por isso no final a frase: Tidy Up”, que pode ser traduzida como “arrume”, “guarde em cima”. Algumas pessoas podem achar o comercial ofensivo, porem este humor comunica com uma clareza fenomenal: arrume suas coisas se não quiser que caia em mãos erradas.


Essa clareza está em todo o processo da IKEA, que sabe aproveitar as oportunidades e acompanhar o “novo mundo”. Em tempos de crise encontrar um “pão duro” que consegue dominar um setor com maestria é admirável. Não por ser o cirrudo velhinho que construiu o império moveleiro e um conceito único de fabricação e venda, mas por acreditar que valores tão sólidos incorporados a uma cultura podem impulsionar sonhos e talento nato. Por saber que esses mesmos valores ainda se adaptam as mudanças do tempo e constituem com eximia precisão a dose perfeita para continuar crescendo.



[1] “Toy Cars” foi vencedor do Leão de Ouro no Festival de Cannes 2002, Ouro no Festival de Nova York 2001, Awards Epica 2001, Festival Publicitário de Méribel 2001, The Cresta Awards 2002 e Ouro no YoungGuns International 2002.



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segunda-feira, 23 de março de 2009

Planejamento

A Gestão para Resultados como Ferramenta Administrativa
nas Organizações do Terceiro Setor
por Luiz Rodovil Rossi Jr.



Cresce a confiança depositada nas organizações de um setor em constante e forte expansão no Brasil e no mundo: o chamado terceiro setor. Neste setor as organizações são privadas e sem fins lucrativos e complementam as iniciativas do setor governamental e do setor privado no atendimento de diversas necessidades da sociedade e na formação de um sistema econômico mais justo e democrático.

Nestas organizações se encontram, em sua grande maioria, os indivíduos que valorizam o ser humano de uma maneira intensa e que estão inconformados com as desigualdades sociais e econômicas que a lógica da economia de mercado acaba ignorando, e que o Estado do bem-estar social se mostrou incapaz de resolver.

O crescimento da consciência comunitária encontra, nestas organizações, um ambiente favorável a sua aplicabilidade. Os valores predominantes, bastante adequados para o desenvolvimento dos que trabalham nestas organizações, são: democracia, transparência, coletividade, flexibilidade e criatividade.
As organizações do terceiro setor conseguem, pela qualidade intrínseca de sua missão, motivar e comprometer seus colaboradores, facilitando a criação de um ambiente participativo e recompensador. Quem nelas trabalha sabe que está construindo sua felicidade pessoal e social e que lá existe uma via de mão dupla onde quem ajuda está se ajudando.

A busca da eficiência e eficácia no atendimento da missão das organizações do terceiro setor é o principal escopo deste trabalho. Estas organizações, que não têm o lucro como objetivo, tendem a não dar prioridade ao desempenho e aos resultados, além destes serem difíceis de medir e controlar.

A crescente consciência por parte das organizações do terceiro setor da necessidade de demonstrar resultados para todas as partes interessadas, os stakeholders, aliada a uma maior competição por recursos nem sempre facilmente disponíveis, propiciou uma abertura cada vez maior nestas organizações para a utilização de métodos administrativos profissionais, habitualmente utilizados no setores privado ou mesmo público.

A gestão para resultados é a ferramenta administrativa apropriada para um gerenciamento focado em resultados, que une a missão aos planos de ação que fazem parte do dia a dia da organização, e que também serve como importante instrumento de comunicação do desempenho tanto interna como externamente.

A gestão para resultados já é utilizada no setor privado e é especialmente útil para as organizações do setor público e do terceiro setor, que normalmente carecem de indicadores quantitativos para justificar com resultados mensuráveis a sua atuação.
A seguir, é explicada a ferramenta administrativa "gestão para resultados" e todas as etapas necessária para sua implantação: declaração da missão, diagnóstico do ambiente, definição dos objetivos estratégicos, desenvolvimento dos indicadores, determinação das metas de desempenho com o uso de referenciais, monitoramento dos indicadores de desempenho e a prática e o acompanhamento dos planos de ação.




Gestão para Resultados


1. Planejamento,

ação e controle



A teoria básica que fundamenta muitos sistemas de gestão organizacional é relacionada à idéia que os dirigentes das organizações formulam planos, põem em prática estes planos, então avaliam as conseqüências das ações e finalmente usam este controle para ajustar seus planos fazendo com que o ciclo se repita continuamente:

No entanto, o que usualmente acontece na prática administrativa das organizações é os dirigentes fazerem o que eles sempre fariam como força de uma inércia ou hábito e acabarem seguindo suas prioridades individuais.
O plano fica sendo meramente um registro de ações já executadas:


A degradação final do ciclo de gestão idealizado ocorre quando as ações dos dirigentes estão quase que totalmente desconexas do planejamento. Os controles são relacionados ao planejamento e discutidos mas ficam distantes das ações que acontecem na prática da organização:


Esta prática de agir sem se preocupar com o planejamento e o controle faz parte da rotina de muitas organizações.

Os dirigentes destas organizações têm, no melhor dos casos, a percepção que o planejamento e o controle são um mal necessário e, assim, não se motivam a agir segundo os princípios básicos para uma gestão eficiente e eficaz.

A impossibilidade de alcançar os melhores resultados sem o vínculo contínuo do planejamento, da ação e do controle é evidenciada na própria definição de eficiência e eficácia :

  • a eficiência significa executar as atividades corretamente;
  • a eficácia significa fazer as atividades corretas.

A eficiência é a comparação dos resultados alcançados com os recursos utilizados. Quanto mais resultados obtidos para uma determinada quantidade de recursos disponíveis maior a eficiência organizacional.
A eficácia organizacional é o alcance das metas e objetivos determinados e a correta determinação destes objetivos.
Portanto, sem um planejamento que defina as metas e objetivos, gere planos de ação e avalie os resultados, a organização não pode alcançar ou demonstrar eficiência ou eficácia


Exemplo do SALTO ALTO

A campanha da coca-cola no lançamento para o Brasil, foi de excelente eficiência. Visto que esta campanha tinha como objetivo criar uma familiaridade com o produto que ainda estava por vir. Quando a coca-cola chegou no Brasil a campanha se tornou eficaz pois funcionou perfeitamente e os consumidores tinham em mente a marca. Não é a toa que o patrimônio da marca coca-cola seja maior que seu patrimônio liquido.

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domingo, 8 de março de 2009

Ética na publicidade!

Galera, estou dando um up nos artigos antigos, acho que alguns merecem essa consideração hehehe.

Para breve estou preparando novas entrevistas, artigos e novidades. Bjus e uma semana energizante para todos!


Um pouco de tudo...





A capacidade de diferenciar o bem do mal, o certo do errado, esta enraizada no ser humano; é um conhecimento nato.Com isso é capaz de avaliar suas ações, sentir culpa ou orgulho; sendo, portanto capaz de ética. Esta vem a ser os valores, que se tornam os deveres incorporados a cada cultura e que são expressos em ações. Ética, portanto é a ciência do dever, da obrigatoriedade que regem o ser humano.A ciência da moral.



A ciência da moral, é capaz de manter tudo na linha.

Os papéis responsável e ético são os pilares básicos da responsabilidade social na propaganda. As características da responsabilidade social estão embasadas nas propostas iniciais do Código da Responsabilidade Social da Propaganda. A ética na propaganda está relacionada ao cumprimento dos artigos do Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária publicado pelo Conar ( Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária )



É certo que a propaganda publicitária têm uma indiscutível eficiência, comprovada historicamente. O crescimento da economia norte americana, berço do marketing e da propaganda, foi capaz de financiar um sem número de estudos sobre a eficácia da propaganda, o comportamento do consumidor e a inter-relação entre os dois, além da sistematização deste conhecimento, para partilhá-lo como instrumento de venda eficaz no mercado. Descobriram como a propaganda funciona; que ingredientes são mais eficazes para impulsionar e manter vendas; como replicar com segurança as fórmulas de sucesso; como mensurar os resultados e ainda; como prever, antecipadamente, os resultados de uma campanha publicitária.



Para que o consumo possa ser ético, num mundo com tantas diferenças, seria necessário também uma discussão ética por parte das empresas de publicidade, as criadoras e amplificadoras das mensagens das empresas. Tomar uma atitude ética de compra, compreende reconhecer o componente ético, decidir o curso a tomar entre as diversas opções e agir; basear sua decisão e conseqüentemente sua ação e escolha no processamento das informações às quais se tem acesso, aliados aos seus parâmetros morais e culturais.



Obs: “A propaganda é uma técnica capaz de fazer você gastar o que não tem para comprar o que não precisa.”


Essa frase, acredito que seja uma das mais antiéticas e degradantes para a publicidade. Uma comprovação popular de que publicitários manipulam mentes e até informações para que o consumidor compre determinado produto.


A publicidade não cria necessitas, mas difere um produto do outro, e seria antiético dizer o contrario. O ser humano, como já foi dito antes, tem a capacidade de tomar decisões, de separar o justo do injusto, o certo do errado. Mesmo quando possuem um ego frágil, o id sempre causará a duvida. O comportamento do consumidor dificilmente é linear ao longo da vida, e se suscetível a um apelo, muitas vezes, dias mais tarde não ira nem reconhecê-lo. Por isso talvez seja tão complicado fazer propaganda, diferenciar um produto do outro onde a concorrência cresce mais a cada dia. Por isso muitas são as maneiras de estudar os motivos de compra e a partir deles criar uma campanha para seduzir o consumidor.


Obs: Fique certo sedução não é persuasão. Você pode se sentir atraído por alguém, mas isso não significa que está amando. A persuasão é como um rio, te leva o mais fundo que pode. A sedução te ensina a nadar, a sentir as diferenças mínimas de profundidade ( entre um produto e outro ) .


Quando mostramos um família ideal ao redor da mesa com um lindo pote de “Qualy”estamos mostrando como o consumidor vê a sua família, apesar de tudo o que possa diferir do que se mostra, o ideal é aquele e o consumidor se identifica com o ideal. As propagandas tem ramificações diferentes, ora emocionais, ora lúdicas ou racionais. Mas o que devemos ressaltar é que nunca ( devem ser ) antiéticas, o traço artístico de uma beleza sublime ao redor da mesa, não deve conter manipulação ou agressão a outras marcas, nem ao consumidor, tampouco deve ir contra a moral.


E nem precisa, porque o consumidor sempre sabe quando esta sendo enganado e rejeita este tipo de apelo.


A questão não é beleza da cena, mas sim se dizemos que na compra de um produto você ganha outro isso deve ser cumprido.


A propaganda para a mobilização social em torno da defesa do meio ambiente, do resgate da identidade cultural, da prevenção a doenças, de movimentos reivindicatórios ou benemerentes utiliza basicamente a mesma linguagem da comunicação de produtos e serviços disponíveis no mercado de consumo, diferenciando-se no tratamento sério dos assuntos. E, considerando a complexidade e contraditoriedade da realidade humana, parte do princípio de que, por isso mesmo, o efeito de suas mensagens é limitado.


Mas a esta comunicação, com objetivos sociais, não são dirigidas as mesmas argumentações, à semelhança do que ocorre com o merchandising nas telenovelas.


Quando se inclui um produto em cena, as reações freqüentemente são negativas. Por outro lado, se o que se inclui é o chamado merchandising social, dando espaço às reivindicações da sociedade, problemas comunitários, necessidades sociais ou comportamentos indesejáveis e situações reais de preconceito ou discriminação enfrentadas por segmentos da sociedade como idosos, negros, portadores de deficiências, as referências são elogios para autores, atores, emissora, mesmo quando as intervenções tornam-se abusivas no contexto da obra ficcional.


Com isso, deixa-se de investigar essa comunicação, o que é contraproducente para o avanço do conhecimento. Há publicidade ética, como existe propaganda ética, e o contrário também é verdadeiro. Mas é preciso distinguir aquilo que faz parte dos usos, costumes, hábitos, comportamentos, maneiras de viver em prática na sociedade, ainda que criticáveis sob algum aspecto.



Obs: Um parecer do conselheiro Caio Domingues, do Conselho de Ética do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária, CONAR, a propósito de um comercial denunciado porque o modelo masculino coçava as partes íntimas em cena, é esclarecedor: “a publicidade é um reflexo, e só viceja dentro dos condicionamentos culturais de sua época, fora deles, não tem eficácia. Além do mais, a publicidade é vítima dos que a praticam de forma irresponsável ou amadorística assim como as artes gráficas são mal empregadas pelos falsários, a medicina pelos charlatães, o direito pelos advogados inescrupulosos e as doutrinas da Igreja pelos oportunistas que abusam de seu ministério. A publicidade é um fenômeno cultural derivado: ela não inventa, não inova, não revoluciona. Para atingir seus públicos com eficiência, a publicidade só lida com o que já é aceito socialmente. Revolução, para a publicidade, é de anteontem, ou seja, aquela cujos conceitos já foram absorvidos pelo corpo geral da sociedade. É completamente fantasiosa a noção de que a publicidade é perigosa porque conduz a sociedade quando, na realidade, é a sociedade que conduz a publicidade na linguagem, na visão do mundo, nas atividades existenciais”

(CONAR, BOLETIM 44, 1991: 2).



Caio Domingues ainda lamenta o “choque cultural” que levou à denúncia mas não condena o comercial pelo gesto que classifica como corriqueiro, ainda que admitindo ser um hábito deplorável de significativa parcela do universo masculino brasileiro. Com efeito, basta sair às ruas para perceber que o gesto está incorporado ao comportamento do homem até inconscientemente. De jeans ou de terno, é comum o flagrante de um homem no meio urbano a certificar-se de que o símbolo de sua masculinidade continua no lugar. O que a propaganda entende por ética, como já foi dito anteriormente está expresso em seu Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, instituído em 1978 graças à postura do meio profissional, que procedeu a estudos, baseando-se nos códigos de ética europeus e americanos, criando após, em 1983 o CONAR, com a especificidade de 50 artigos oferecendo proteção ampla contra a propaganda antiética e atuando na defesa da atuação profissional e ética, por iniciativa própria ou através de denúncias do consumidor, de suas associações e de entidades de classe, procedendo a julgamentos com agilidade não encontrável na justiça pública, muito antes da iniciativa governamental de criar o Código de Defesa do Consumidor, em 1990 e, afirmam os especialistas, com mais rigor do que este.



Obs: Ocorre que a propaganda que respeita o consumidor não exclui a ética desse indivíduo mas reflete essa ética, sem idealizações, olhando “não só para o ser humano sociológico, ou para aquele ontológico, mas também, e sobretudo, para o ser humano psicológico, para a criatura concreta, real e histórica que vem de longa data percorrendo o seu caminho, cujo sentido e dimensão, se não nos forem compreensíveis à primeira vista, não o são por uma incongruência intrínseca à criatura, e sim, pela parcialidade e superficialidade de nosso olhar, ou melhor, de nosso paradigma interpretativo”, conforme Nogueira conclui ser necessário para que a ética seja realizável (NOGUEIRA, 2000: 49).



A questão da ética para a promoção da mobilização popular em benefício de causas importantes para o desenvolvimento social, no sentido do interesse público, deve ser tratada sem limites, isto é, sem esquecer o consumidor da comunicação como ele é, e não como ele deveria ser, idealisticamente.



A ética compreende a vida humana, e como já foi dito, esta relacionada a ela. Quando tratamos a publicidade com moral, veracidade e ética estamos de antemão fazendo uma comunicação eficaz. O consumidor sente-se satisfeito, ao ver que não está sendo enganado, e simpatiza-se com a marca. Antes de mais publicidade é a arte do bem informar, do bem fazer.



O título Um pouco de tudo... enraíza-se nos ramos da propagando e suas varias formas de ser ética, e concisa. Como deve ser, para atingir seus objetivos de forma a não agredir os consumidores.



Obs: Essa conclusão é de um artigo anterior mas acredito que se encaixe perfeitamente a este: A propaganda no Brasil vem se tornando cada vez mais artística e ética. Não chega a ser uma poesia, mas esta longe de ser uma manipulação. Isso porque, a consciência do publico, dos compradores esta muito mais presente, não se ilude tão fácil uma dona de casa que vive no salário mínimo brasileiro, e nem devemos ter esta preocupação, por que se a verdade e a ética forem mantidas, a dona de casa, o filho universitário, o empreendedor, o lojista, a moça namoradeira e tantos outros cidadãos brasileiros vão estar satisfeitos como a veracidade e impressionados com a arte publicitária.


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quinta-feira, 5 de março de 2009

MÍDIA, INSTITUIÇÃO E PODER POLÍTICO


Recentemente encontramos muitas práticas de campanhas políticas em comum nos diversos países: candidatos escolhidos pela sua “imagem apelativa” na televisão através de profissionais no assunto mídia de massa, que com suas estratégias produzem um candidato baseado nos sentimentos do eleitorado com forte poder apelativo, considerados homens de mídia. Este é o elemento chave das campanhas eleitorais nas sociedades democráticas contemporâneas.



Essas práticas são muito comum nos EUA, que estão sendo espalhadas por todo o mundo. Muitos políticos, pessoal de relações públicas e outros interessados de diversos países têm visitado os EUA para estudar e reportar essas campanhas eleitorais, e praticá-las em seus países. Com a publicação de livros e manuais, está ficando mais fácil de propagar estas idéias. Muitos países estão adotando esta idéia. Este processo está produzindo mudanças em muitas sociedades. Mudanças difíceis de atribuir a uma simples causa, e que vão além da política e da comunicação de massa.



De acordo com vários teóricos, isso se chamaria de modernização. Só que isso se confunde com a palavra: Americanização, no qual se abri um estudo de relações entre essas duas palavras. Nos países, onde é permitida a propaganda política, cada vez mais está ficando mais caro, porque o custo dessas campanhas é alto. E os candidatos que possuem maiores recursos que seus concorrentes, são conhecidos por terem uma grande vantagem de atrair os eleitores. Esse processo poderia até ser chamado, entra aspas, de globalização da mídia. Este processo tem sido conhecido como difusão da americanização das eleições.


A mídia comercial ao se desenvolver, torna progressivamente reduzido o monopólio do serviço estatal de televisão. Esse serviço ditava as regras da cobertura das eleições o que muda com a chegada da mídia comercial visto que desenvolve novos valores, formatos e cultura dos comerciais de TV.Com a propaganda política televisionada entrando nesses novos padrões comerciais, os partidos políticos são atropelados pela personalização criada pelo formato televisivo.



No caso do Brasil vemos as propagandas eleitorais gratuitas, que mostram o quanto a propaganda se impregna no dialogo político. A evolução dos meios de comunicação esta em crescente avanço o que acaba quase que destruindo a comunicação interpessoal agravando o processo de mudança dos sistemas políticos que como já vimos adotam a nova roupa da propaganda. O uso da tecnologia na comunicação, principalmente na comunicação política pode-se dizer estar sufocando a interação social. Essa tecnologia age sobre a sociedade de forma a mudá-la como um todo: De dentro pra fora e de fora para dentro. Mudamos nossa maneira de ver os políticos e nossa forma de julgá-los assim como eles mudam seus discursos e suas atitudes.



Essa forma agregada de comunicação esta levando a sociedade a querer e aceitar mudanças. A sociedade esta cada vez mais confusa. O Lula mudou seu personagem para encarar uma presidência (quem viu sua vasta barba que o diga) e hoje o que podemos dizer desse homem que queria uma revolução que se dizia um trabalhador, um quase comunista?



A cientificização da política torna as eleições em um enorme estúdio de TV onde cada astro, precisa bolar a melhor estratégia para que os efeitos especiais não falhem.



Contratam-se profissionais de mídia experts que traçam as melhores estratégias de campanha. O que estava sempre a cargo do partidos, passa a ser controlado e maquiado pôr cientistas da TV. Esses partidos também tendem como nos EUA a terem competições intrapartidárias o que faz cada candidato ter seu próprio especialista. O objetivo disso tudo seria sempre a vitória eleitoral e não encontrar alternativas úteis à política publica. Nesses dias de eleitores fragmentados e voláteis sempre influenciados pela mídia, o poder político não encontra bases seguras e permanentes de apoio nos partidos. O que torna um relacionamento de competição e cooperação entre mídia e política. Assim os eleitores tornam-se apenas espectadores desse show de marketing onde o envolvimento pessoal direto que deveria se ter em uma eleição vira um ibope qualquer.

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domingo, 1 de março de 2009

Selos da Semana

Selos da Semana


Obs. Queria pedir desculpas pela ausência dessas ultimas semanas, mas 2009 tem sido um ano de mudanças em minha vida, por isso o blog ta meio lento ultimamente.


E vamos aos selos...


Selo CONECTADO



Esse selo foi uma total surpresa para mim, muito obrigada ao blog Manual do BigBoss pela indicação e pelo carinho.


A palavra que define meu blog é OUSADIA


Meu Blog é 10! MESMOOOO



Regras:


Regra número 1: O selo deve ser exibido, assim como a pessoa que lhe enviou;


Regra número 2: Você deve indicar cinco, nem mais, nem menos, apenas 5 blogs para recebê-lo;


Regra número 3: Avise os blogs premiados CLARO!


Regra número 4: Definir você, seu blog e qualquer outra pessoa ou coisa em apenas uma palavra;


regra número 5: E por fim, você deve escrever. MEU BLOG É NOTA 10, afinal, é isso que o selo diz, e se recebeu é porque é mesmo...


Meus Indicados:



01brainstorm


Abóboras ao Vento


Gavetão Fuçado


PDV Ativo


Mente inquieta procura resposta




Vários Selos


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Um pacote completo para você!


As regrinhas para repessarem são:



1 – Aceitar e exibir a imagem.


2 – Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.


3 – Escolher 15 blogs para entregar os Prémios.



Os meus indicados:




01brainstorm


Publicando!


Exoticlic


Gol de Placa E.C


Gavetão Fuçado


PDV Ativo


Crônicas de um Suburbano


Veja Blog


Café com notícias


Carol


Abstraktus


Uckzy


Abrandando


Francisco Amado


Bonita...Confissões



Queria agradecer a Mente inquieta procura resposta pela força e pelo carinho, ahh pelos selos também, muito obrigada pelo festival de selos!


Bjokas e tudo de bom! Feliz SELO NOVO pra todos vcs!



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